sexta-feira, 1 de julho de 2011

Noites de ausência

Rejeita-me em mais uma noite
De maneira tão forte

Que me pune
Com a tua ausência

E que de súbito
Arranca-me deste mundo
E deixa-me no doloroso cárcere profundo

No meu mundo fechado
Que se fecha mais a cada segundo
Assim vou morrendo
Inúmeras vezes seguidas
E morro no ermo
E morro no limbo

(amos)

Um comentário:

  1. Fantástico, nobre. Perdão o trocadalho, mas que presença!

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